Parado no alto do prédio estava Pedro. Pensando no tempo em que perdeu quando pensava no tempo.
Era o tipo de cara que jogava fliperama e logo depois lia um livro de filosofia.
Pedro parecia pálido. Por ter visto naquele dia Paula passar pela porta giratória.
Vendo que estava perdendo tempo. Pedro se aproximou e convidou Paula para um passeio de pára quedas.
Paula, por medo de altura, pediu desculpas.
Mas, propôs um passeio no parque.
Pela primeira vez os dois descobriam a paixão.
Mas um dia, Paula sumiu sem deixar pistas.
Pedro pirou e pediu para pular, mas dessa vez, sem o pára quedas.
Foi ai que Pedro, no alto do prédio, conheceu Priscila, que também queria pular.
Então os dois deram as mãos e pularam juntos. Sem nada a perder.
Pedro, nunca perdoou Paula, mas por piedade nunca deixou de lembrar daquela menina da porta giratória.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Dos cinco dedos da mão é somente um que aponta
De tuas palavras são muitas as que ferem
Bastava um olhar para saber o porquê de se estar caminhando em estradas flutuantes
Sem perceber nossas rotas se cruzam pode ter certeza
Pois, em todos os caminhos possíveis o céu é o mesmo
E nele sempre tem as pedras que gostamos de chutar e os ventos que gostamos de comer
Da poeira que mistura com a saliva é inevitável o gosto de cimento ou barro
Caminhante não há caminhos...
Por isso, apenas caminhe.
Jaime José Silva.
De tuas palavras são muitas as que ferem
Bastava um olhar para saber o porquê de se estar caminhando em estradas flutuantes
Sem perceber nossas rotas se cruzam pode ter certeza
Pois, em todos os caminhos possíveis o céu é o mesmo
E nele sempre tem as pedras que gostamos de chutar e os ventos que gostamos de comer
Da poeira que mistura com a saliva é inevitável o gosto de cimento ou barro
Caminhante não há caminhos...
Por isso, apenas caminhe.
Jaime José Silva.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Preludio de cordel

Quando o batuque batucar;
Assim que a noite chegar;
O som vamos escutar;
E não adianta chorar,
Hoje vamos dançar,
Quero ver o sol nascer
E voçe chorar de rir,
Quando me ver cantando ao alvorecer,
Agora que me conhece, escute,
Vamos acampar na praia,
Antes que nossos dias acabem,
Vou cantar para voçe,
Antes da noite serena,
Antes das folhas de outono,
Antes do galo cantar,
A sim, claro vamos tocar!
E o batuque, a batucar!
Salve, salve saravá!
Jordane.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Achados e perdidos. (PARTE 2)
No outro lado da cidade, em cima da ponte Rio Niterói, uma mulher de pouco mais de 30 anos se prepara para planar vôo sobre a Baia de Guanabara.
Na sua cabeça vem apenas singelas lembranças de um passado distante, que nem mesmo usando todas as suas forças, consegue lembrar com perfeição.
Segura nos braços uma caderno de capa dura que pensa ter achado na rua. Entretanto, não tem certeza.
Em cima das pontes, os carros estão abandonados e todos ocupantes dos veículos saem em busca de respostas sobre o que está acontecendo. Mas, o dia parece normal, com um lindo por do sol, temperatura amena e uma leve brisa que refresca os poros de quem sente calor.
- A senhora vai pular. – Pergunta um homem de terno e gravata que fica no seu lado.
- Acho que sim. Porém, Não sei por que vou fazer isso. – Responde a mulher segurando o caderno nos seus braços.
- Deve ser a vontade de buscar respostas, se sentir livre, correr atrás daquilo que esquecemos ou apenas antecipa uma vontade súbita de morreeeeeer..... – Disse o homem se atirando do alto da ponte sobre o olhar incrédulo da mulher.
Por segundos, foi dominada pelo súbito nervosismo que aderiu nas suas pernas deixando frouxas, fazendo com que ela sentasse no chão. Ao olhar para os lados observou outras pessoas no meio da ponte, fora de seus carros, tentando buscar respostas e outras tantas se atirando na imensidão do mar, tendo o Pão de Açúcar como última vista.
Desesperada, passa as mãos sobre a sua cabeça tentando pelo menos descobrir seu nome, de onde vinha ou onde pretendia chegar. Mas, dominada pelo vácuo de seus pensamentos. A vontade de pular se tornava irresilível, sem saber por que, correu para dentro de um dos carros abandonados, trancando as portas e se sentido segura por uma coisa que não fazia a mínima idéia do que se tratava.
Alceu Kunz.
4/02/2010
(Continua... Próxima quinta)
Na sua cabeça vem apenas singelas lembranças de um passado distante, que nem mesmo usando todas as suas forças, consegue lembrar com perfeição.
Segura nos braços uma caderno de capa dura que pensa ter achado na rua. Entretanto, não tem certeza.
Em cima das pontes, os carros estão abandonados e todos ocupantes dos veículos saem em busca de respostas sobre o que está acontecendo. Mas, o dia parece normal, com um lindo por do sol, temperatura amena e uma leve brisa que refresca os poros de quem sente calor.
- A senhora vai pular. – Pergunta um homem de terno e gravata que fica no seu lado.
- Acho que sim. Porém, Não sei por que vou fazer isso. – Responde a mulher segurando o caderno nos seus braços.
- Deve ser a vontade de buscar respostas, se sentir livre, correr atrás daquilo que esquecemos ou apenas antecipa uma vontade súbita de morreeeeeer..... – Disse o homem se atirando do alto da ponte sobre o olhar incrédulo da mulher.
Por segundos, foi dominada pelo súbito nervosismo que aderiu nas suas pernas deixando frouxas, fazendo com que ela sentasse no chão. Ao olhar para os lados observou outras pessoas no meio da ponte, fora de seus carros, tentando buscar respostas e outras tantas se atirando na imensidão do mar, tendo o Pão de Açúcar como última vista.
Desesperada, passa as mãos sobre a sua cabeça tentando pelo menos descobrir seu nome, de onde vinha ou onde pretendia chegar. Mas, dominada pelo vácuo de seus pensamentos. A vontade de pular se tornava irresilível, sem saber por que, correu para dentro de um dos carros abandonados, trancando as portas e se sentido segura por uma coisa que não fazia a mínima idéia do que se tratava.
Alceu Kunz.
4/02/2010
(Continua... Próxima quinta)
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Um ser estranho, em silêncio, me entrega uma cartilha e sai. Esquisito aquilo, na capa há a imagem de um relógio digital, olhei com atenção e percebi que a imagem era animada, marcava as horas de uma forma confusa, os segundos não paravam, mas nunca saia das 21h33min.
Estou num grande salão, rodeado por inúmeras pessoas que conversam entre si, mas não consigo ouvir as vozes. Coloco a cartilha em cima da mesa, abro, ao passar os olhos nas linhas o que leio é repetido por todos ali dentro:
- Deste lado do muro é sempre mais seguro...
Assustado fecho-a e as vozes somem, o movimento no salão não para. Olho para a capa e os segundos passavam.
Naquele palco diário sentia que todos interpretavam um papel misterioso. De alguma forma, todos parecem guardar um segredo do mundo, algo que não posso saber. Olhavam como se parecesse óbvio entendê-los.
Estou num sonho de atos intermináveis.
Jaime Jose Silva
Estou num grande salão, rodeado por inúmeras pessoas que conversam entre si, mas não consigo ouvir as vozes. Coloco a cartilha em cima da mesa, abro, ao passar os olhos nas linhas o que leio é repetido por todos ali dentro:
- Deste lado do muro é sempre mais seguro...
Assustado fecho-a e as vozes somem, o movimento no salão não para. Olho para a capa e os segundos passavam.
Naquele palco diário sentia que todos interpretavam um papel misterioso. De alguma forma, todos parecem guardar um segredo do mundo, algo que não posso saber. Olhavam como se parecesse óbvio entendê-los.
Estou num sonho de atos intermináveis.
Jaime Jose Silva
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Salve Iemanjá
Hoje é dia de Iemanjá, dia de Nossa Senhora dos Navegantes! Quero dar um salve para rapaziada! salve salve Iemanjá! que nossos mares sejam generosos.
Bom hoje foi um dia muito quente, acho que todos perceberam, ao menos em florianópolis, hoje as palavras me faltam, talvez seja o calor. enfim encontrei uma charge bem legal, espero que gostem, até sexta rapaziada. Jordane
Bom hoje foi um dia muito quente, acho que todos perceberam, ao menos em florianópolis, hoje as palavras me faltam, talvez seja o calor. enfim encontrei uma charge bem legal, espero que gostem, até sexta rapaziada. Jordane
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
A realidade é cinza.
Obama era a salvação é nada fez, ou não deixaram ele fazer nada.
Lula era o azarão é hoje serve como exemplo para os demais lideres.
A China comunista está pronta para virar a maior potencia capitalista.
O que está acontecendo com o mundo?
Para onde estamos indo?
Alguma explicação?
Sinceramente, não sei. Entretanto suponho varias hipóteses.
Hipóteses são iguais teorias. Serve só para refletir.
Mas o grande problema está ai. A falta de reflexão.
A falta de se olhar no espelho e tentar enxergar além do que os olhos vêm, além do que o dinheiro compra. Além do além.
É principalmente, além da maldita falta de inspiração.
Alceu Kunz. Além da lanchonete.
Lula era o azarão é hoje serve como exemplo para os demais lideres.
A China comunista está pronta para virar a maior potencia capitalista.
O que está acontecendo com o mundo?
Para onde estamos indo?
Alguma explicação?
Sinceramente, não sei. Entretanto suponho varias hipóteses.
Hipóteses são iguais teorias. Serve só para refletir.
Mas o grande problema está ai. A falta de reflexão.
A falta de se olhar no espelho e tentar enxergar além do que os olhos vêm, além do que o dinheiro compra. Além do além.
É principalmente, além da maldita falta de inspiração.
Alceu Kunz. Além da lanchonete.
sábado, 30 de janeiro de 2010
Ela passou rapidamente da cozinha para a sala, sentou-se e apoiou seus braços na mesa. Uma das mãos segurava trêmula um cigarro na ponta dos dedos, a outra apoiava a testa. Dava para sentir o turbilhão de pensamentos que saltava pelos seus olhos. Comecei a ficar desconfortável, não sabia o que fazer. Sem que eu esperasse a porta se abriu, rapidamente ela pegou a faca...
Intervalo comercial.
- Droga! - pensei.
Desliguei a televisão e fui dormir.
Jaime José Silva.
Intervalo comercial.
- Droga! - pensei.
Desliguei a televisão e fui dormir.
Jaime José Silva.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Achados e perdidos. (PARTE 1)
- O senhor quer preto ou com leite?
- Preto, por favor.
- Com açúcar ou adoçante?
- Sei lá. Mas trás o adoçante.
- Quer que eu esquente um pouco?
- Não. Está na temperatura que eu gosto.
- Tem certeza? - Perguntou a moça cerrando o cenho.
- Tenho certeza. - Respondeu o homem albino de bigodes escuros.
- Quer algum salgado? Pastel, coxinha ou um rizoles?
- Não. Só o café está ótimo.
- São cinco reais. – Falou a moça.
- Cinco reais por um cafezinho preto?
- Pense pelo lado positivo, com leite seriam seis e com açúcar sete reais. O senhor escolheu mais barato.
- Minha jovem. Em qualquer boteco do mundo um cafezinho custa menos de três reais.
- Eu sei senhor. Mas isso não é um boteco é uma... é uma...
O escritor pensou em duas hipóteses. Podia continuar a conversa com uma coisa séria discutindo a economia mundial ou fazer uma simples piada com a moça do café, falando que aquilo não era um boteco é sim uma... uma...
Sem inspiração o roteirista foi até a sacada e acendeu um cigarro pensando em seu dialogo. Puxou o celular e ligou para o diretor.
- O senhor prefere uma piada ou uma coisa mais séria?
- Do que você está falando? – Perguntou o diretor sem nada entender.
- Do roteiro que estou escrevendo pra você. Aquele do escritor com amnésia.
- Sei. O que você sugere?
- Eu liguei na esperança de você saber que tipo de filme gostaria de fazer. Preciso apenas de uma simples orientação.
- Sei. Quem sabe uma coisa mais séria.
- Acho que não vai ficar bom.
- Então, porque diabos você ligou querendo uma orientação? – Falou gritando o diretor desligando o telefonema na cara do roteirista.
(Continua dia 4/02/2010) ... Claro, se eu lembrar.
Alceu Kunz
- Preto, por favor.
- Com açúcar ou adoçante?
- Sei lá. Mas trás o adoçante.
- Quer que eu esquente um pouco?
- Não. Está na temperatura que eu gosto.
- Tem certeza? - Perguntou a moça cerrando o cenho.
- Tenho certeza. - Respondeu o homem albino de bigodes escuros.
- Quer algum salgado? Pastel, coxinha ou um rizoles?
- Não. Só o café está ótimo.
- São cinco reais. – Falou a moça.
- Cinco reais por um cafezinho preto?
- Pense pelo lado positivo, com leite seriam seis e com açúcar sete reais. O senhor escolheu mais barato.
- Minha jovem. Em qualquer boteco do mundo um cafezinho custa menos de três reais.
- Eu sei senhor. Mas isso não é um boteco é uma... é uma...
O escritor pensou em duas hipóteses. Podia continuar a conversa com uma coisa séria discutindo a economia mundial ou fazer uma simples piada com a moça do café, falando que aquilo não era um boteco é sim uma... uma...
Sem inspiração o roteirista foi até a sacada e acendeu um cigarro pensando em seu dialogo. Puxou o celular e ligou para o diretor.
- O senhor prefere uma piada ou uma coisa mais séria?
- Do que você está falando? – Perguntou o diretor sem nada entender.
- Do roteiro que estou escrevendo pra você. Aquele do escritor com amnésia.
- Sei. O que você sugere?
- Eu liguei na esperança de você saber que tipo de filme gostaria de fazer. Preciso apenas de uma simples orientação.
- Sei. Quem sabe uma coisa mais séria.
- Acho que não vai ficar bom.
- Então, porque diabos você ligou querendo uma orientação? – Falou gritando o diretor desligando o telefonema na cara do roteirista.
(Continua dia 4/02/2010) ... Claro, se eu lembrar.
Alceu Kunz
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Circular ou linear, não importa o tempo
O Homem sente a necessidade dos padrões de comportamento
Sempre à beira do caos...
Humanos máquinas servem aos humanos medíocres
Mente humana!
Mente humano!
Falta aos sonhadores, com suas visões multicoloridas, o elixir contra a hipocrisia
Enquanto isso...
Gira! Gira! Humano circular!
Jaime José Silva.
alegoria I

Nada mal para um poeta um pouco de sossego,
Que mal poderia fazer;
Semana pós semana os dias tornam-se nímbiferos;
Meu guarda-chuva esta quebrado,
Atormento-me ainda mais;
Raios e trovões cortam os céus,
Aviões e pássaros também.
Nada mal um dia de sol;
Que mal poderia fazer?
Onde esta o sossego?
Quem roubou a paz nas pessoas,
Onde o poeta anda há discórdia,
Onde os pássaros voam há discórdia,
Que morram os pássaros e os homens,
Eis a plenitude, eis a paz, sem vidas humanas, sem pássaros,
Sem nada.
Jordane
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
As estórias do homem de barba...

Era uma noite como outra qualquer, fazia frio e eu viajava na plenitude da minha solidão.
Até ela aparecer.
A encantadora trapezista de cabelos curtos deixou o homem de barba imóvel.
Sem saber o que fazer apenas a viu passar e ela passou.
Eu, solidamentesozinho, ela solidamenteacompanhada.
Eu, surumbaticamente delirando, ela surumbaticamente viajando.
A solidão é o único caminho.
Artistas são solitários.
Putas são solidárias.
E o homem de barba, apaixonado, nunca foi ver.
Quando foi, a menina de cabelos curtos não estava.
Quando ela veio, ele se foi.
Ela foi para lua nadando de bicicleta e eu fiquei no barco pescando sem o molinete.
Alceu Kunz
sábado, 23 de janeiro de 2010

Já é noite, o relógio marca 23h30min, que logo mostra a temperatura 17Cº. As ruas estão vazias, os bares já recolhem suas cadeiras. Ele para e descansa seus olhos enquanto limpa o óculos, logo o devolve para a base do nariz, abre os olhos e continua a caminhar. Cansado de toda aquela ficção diária, ele repete para si o mesmo pensamento:
- Movo-me através dos estereótipos que caminham seguros nas ruas ladrilhadas pelas aparências.
Jaime José Silva.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
poente

Acabo um conto e conto outro;
Cresço, nasço viro outro,
Espaço num canto e outro/
Não canto, não danço vivo morto?
Espaço acabou, frase incerta,
Acaba aqui, começa ali,
Viva o tempo, nem acredita,
Neste lamento, entro e medito,
- Num canto e outro, -
Acabo uma frase antes do copo,
Água ardente, obra ausente!
Poeta poente,
Sente?
Chega de melancolia,
Me da uma cerveja,
Nessa agonia,
Que seja!
Jordane Câmara
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
As setas das utopias. 4.

Ainda sou mais ou menos
Sem sim e sem não
O talvez me contagia.
Sem amor sem ódio
Meu coração ainda bate.
Sem noite, sem dia...
Minha vida insiste em ser vivida.
A contra o vento, sou o vento que bate em meu rosto.
A contra o mar, sou a onda que me leva.
A contra terra sou ela que me enterra.
......................
Peuqnes estórias.
Ela voltou, disse adeus, virou as costas e foi embora.
Alceu KUnz
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O mito da caverna

O mito da caverna é uma das famosas parábolas escritas por Platão. A ideia consiste em pessoas que vivem numa caverna, elas acreditam que o mundo real é tudo aquilo que está projetado na parede, através das sombras formadas pela luz que entra pela única fresta existente. A caverna simboliza o mundo em que vivemos e aqueles que não saem, seja por medo ou comodismo, vivem amparadas pelas ideias dos outros (representada na parábola pelas “sombras”). Estas pessoas lutam contra qualquer um que diga o contrário sobre aquilo que entendem por verdade. A história em quadrinhos do Piteco, personagem de Maurício de Souza, capta muito bem a essência do que Platão queria representar sobre as sombras que limitam a nossa vida, mostrando que apesar de Platão ter vivido há muito tempo atrás, o mundo e as pessoas não mudaram muito.
Para ver a historinha completa clique aqui
Jaime José Silva.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Terremoto Haiti

Hoje, quem ligou a tv percebeu que o desastre no Haiti esta em uma fase tipo seleção natural. As pessoas que estão desabrigadas, atormentadas, psicologicamente abaladas esperam por comida e água. Os governos que estão apoiando essas pessoas estão mandando mantimentos para aliviar a catástrofe. No entanto a imprensa brasileira revela uma nova preocupação com aquelas pessoas. Profissionais explicam em rede nacional como aquelas pessoas podem agir, eles estão em uma fase de irracionalidade. Elas podem ser agressivas, podem não concordar com os métodos que os colaboradores adotaram para dividir os recursos arrecadados. Existe uma preocupação das nações - de algumas nações - para com as vitimas, mas também pode ser um roteiro de um Estado dominante, ora como podemos julgar irracionais aquelas pessoas? Isto poderia muito bem ser justificativa de métodos agressivos repressivos para com aqueles que não concordarem com os métodos de divisão adotado pelos responsáveis ativistas ou não no Haiti. E as milhares de crianças órfãs, será a festa ordinária, quem quer uma criança haitiana? Cuidado se você for um haitiano você pode ser considerado um sujeito perigoso, ora você pode estar com fome e sede, mas lembre-se, as filas são algo que você deve respeitar, o perímetro que você esta também pode ser contemplado com mantimentos, caso isso não ocorra, acalme-se sua hora vai chegar. Se tiver criança de colo e o infeliz não entender a situação tente acalmá-lo (a), ninguém gosta de uma criança chorona.
Jordane Câmara
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
As setas das utopias. 3.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Sou contra aquele ditado que diz: “uma imagem vale mais do que mil palavras”, a palavra não pode ser tão desvalorizada. Um texto quando bem escrito não precisa nem chegar a tantas palavras para nos transportar a um mundo de imaginação. Através da leitura podemos criar imagens e sonhos capazes de nos tirar do convencional, tornando-nos mais inteligentes, mais criativos e menos indiferentes com as mazelas do mundo à nossa volta. Cuidado! Ler pode tornar as pessoas perigosamente mais humanas.
O vídeo é uma campanha de incentivo à leitura idealizada e produzida por: Deborah Toniolo, Marina Xavier, Julia Brasileiro, Igor Melo, Jader Félix, João Paulo Moura, Luciano Midlej, Marcos Diniz, Paulo Diniz, Filipe Bezerra. (Alunos do 2ºano - turma pp02/2003 - do curso de Publicidade e Propaganda da UNIFACS - Universidade Salvador). Com adaptação do texto de Guiomar de Grammont.
*Para os que já viram essa postagem no Arquivo Compacto garanto que assistir de novo é até legal. Hoje o dia foi corrido, acabei de chegar em Desterro, quarta prometo que não republico nada!
Abraços!
Jaime José Silva.
O vídeo é uma campanha de incentivo à leitura idealizada e produzida por: Deborah Toniolo, Marina Xavier, Julia Brasileiro, Igor Melo, Jader Félix, João Paulo Moura, Luciano Midlej, Marcos Diniz, Paulo Diniz, Filipe Bezerra. (Alunos do 2ºano - turma pp02/2003 - do curso de Publicidade e Propaganda da UNIFACS - Universidade Salvador). Com adaptação do texto de Guiomar de Grammont.
*Para os que já viram essa postagem no Arquivo Compacto garanto que assistir de novo é até legal. Hoje o dia foi corrido, acabei de chegar em Desterro, quarta prometo que não republico nada!
Abraços!
Jaime José Silva.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Mulher fatal

Salve Bohemios, hoje resolvi postar uma música da banda The Velvet Underground, que na década de 60 foram considerados por muitos como vanguardistas. Hoje em dia ser vanguarda é um pouco estranho. Estamos na era digital, tudo funciona muito rápido, assumir uma postura vanguardista é no mínimo duvidoso, ora em vezes pensamos que tudo já foi pensando. No entanto escolhi uma musica dos então vanguardistas da banda que em sua letra notamos certa obliquidade temporal. Algumas coisas mudam, perdem valores, são atribuídos novos valores, mas outras. Talvez nesta letra as considerações vanguardistas realmente fossem merecedoras para The Velvet Underground.
Aqui vão alguns link’s da banda, a web page, musiqueta no you tube e abaixo a letra em três idiomas, bom talvez já é hora de os bohemios se tornarem um pouco mais cosmopolitas! Abraço a todos até terça-feira!
Jordane.
Mais sobre a banda aqui, aqui e aqui
A música no You Tube aqui
Femme Fatale – Mulher fatal
Here she comes, you better watch your ste
Aquí viene, será mejor que ver su paso
Aí vem ela, é melhor você olhar onde pisa
She's going to break your heart in two, it's true
Se va a romper tu corazón en dos, es verdad
Ela vai partir seu coração em dois, isto é verdade
It's not hard to realize
No es difícil darse cuenta de
Não é difícil de perceber
Just look into her false colored eyes
Basta con mirar a los ojos de color falso
Apenas olhe na cor falsa dos olhos dela
She builds you up to just put you down, what a clown
Ella construye usted acaba de poner hasta abajo, lo que es un payaso
Ela te põe pra cima só para te por pra baixo, que palhaço
'Cause everybody knows (She's a femme fatale)
Porque todo el mundo sabe (ella es una femme fatale)
Porque todo mundo sabe (ela é uma mulher fatal)
The things she does to please (She's a femme fatale)
Las cosas que hace a favor (She's a femme fatale)
As coisas que ela faz como favor para você (ela é uma mulher fatal)
She's just a little tease (She's a femme fatale)
Ella es sólo una pequeña tease (She's a femme fatale)
Ela é só uma pequena provocadora (ela é uma mulher fatal)
See the way she walks
Ver la forma en que camina
Veja o jeito que ela anda
Hear the way she talks
Escuche la forma en que las conversaciones
Escute o jeito que ela fala
You're put down in her book
Estás dejó en su libro
Você foi colocado no livro dela
You're number 37, have a look
Usted es el número 37, echa un vistazo
Você é o numero 37, dê uma olhada
She's going to smile to make you frown, what a clown
Ella va a sonreír para hacerte fruncir el ceño, lo que es un payaso
Ela vai sorrir para te confundir, que palhaço
Little boy, she's from the street
Niño, ella es de la calle,
Garotinho, ela veio das ruas
Before you start, you're already beat
Antes de empezar, usted ya venció
Antes de você começar, você já estava batido
She's gonna play you for a fool, yes it's true
Se va a jugar por un necio, sí, es verdad
Ela vai te fazer de bobo, sim é verdade
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