quinta-feira, 22 de novembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Durma quando o sono bater
Acorde quando Deus quiser
Assista menos TV
Cante no Chuveiro
escreva um livro
faça um filme
e se apaixone todo dia por você.
Pare tudo ao entardecer
Não importa o que tiver pra fazer
Veja o Sol se pondo no mar.
Ria sem motivo
pinte um quadro
veja desenho animado
e se apaixone de verdade por alguém.
Faça o que quiser fazer
Fale o que a voz quer dizer
que seja como tiver de ser
Jogue o seu relógio fora
Conte estrelas
Molde Nuvens
Se apaixone todo dia pelo mesmo alguém
Faça tudo valer a pena
a vida é tão imensa e ao mesmo tempo é tão pequena
Faça tudo valer a pena
Dizer eu te amo não devia ser um problema, pois:
"tudo vale a pena quando a alma não é pequena"
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
OLHAR SOBRE A CIDADE
Noite. Olho a cidade
Aquários simétricos, hjerméticos, invioláveis
Onde se escondem as multidões da cidade.
Multidões que se cruzam
Conhecem e não se olham
Olham mas disfarçam
Sorrissos! imploram
Alguns gentis, outros reaça.
Não se tocam
Gestos se esboçam
De querer bem
Não se completam
Alguns com desdém.
Palavras inúteis
Escondendo gritos.
Quantas pessoas
Uma solidão absoluta
Na algazarra dos comuns
Porque nenhum?
Porque tão longe?
Porque incomum
Escorre dos aquários da cidade.
Cai a noite
No meu aquário
Eu penso
Na cidade.
Aos meus amigos dos Bohemiosdebar que sairam para desvendar oceanos e mares sem fins,, mas sempre voltam a cidade, para reunirem-se nos seus aquarios.
Jaime Baghá
Aquários simétricos, hjerméticos, invioláveis
Onde se escondem as multidões da cidade.
Multidões que se cruzam
Conhecem e não se olham
Olham mas disfarçam
Sorrissos! imploram
Alguns gentis, outros reaça.
Não se tocam
Gestos se esboçam
De querer bem
Não se completam
Alguns com desdém.
Palavras inúteis
Escondendo gritos.
Quantas pessoas
Uma solidão absoluta
Na algazarra dos comuns
Porque nenhum?
Porque tão longe?
Porque incomum
Escorre dos aquários da cidade.
Cai a noite
No meu aquário
Eu penso
Na cidade.
Aos meus amigos dos Bohemiosdebar que sairam para desvendar oceanos e mares sem fins,, mas sempre voltam a cidade, para reunirem-se nos seus aquarios.
Jaime Baghá
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
ALMA BEAT

Porque nasci?
Para dizer confesso que vivi?
Que vida é essa?
Que tenho vivido!
Se vou perdendo quem amo,
Um a um,
Os amigos queridos.
Vou ganhando a velhice,
O desdém,
Da sociedade hipócrita,
Que só vê a sandice,
Até perder minha vida,
Sem um mais.
Mas se o nada é nada!
E nascemos para perder!
Eu quero mais,
Para amar este único,
Existencialismo telúrico.
Quero fugir deste tédio!
Como um Beat rebelde!
Vagabundo sem remédio.
Quero a estrada!
Como um Kerouac iluminado,
Transgredir o mehor,
No niilismo asfaltado,
Quero a vida...
Enquanto vida...
Para os Kerouacs, Ginsbergs, Burroughs,
os caras do Bohemiosdebar e outros que insistem em não morrer,
que insistem em ser vagabundos. Jaime Baghá, sempre na contramão.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Preferi me manter acordado
logo, os sonhos me levam dessa realidade;
entretanto,
não domino por completo meus atos...
a realidade vai além ods meus sonhos. além da morte que ando procurando.
morrer é inevitável, não sou tão bom, sei que é hora;
Porém, não me entrego!
você me cerca;
você me deseja;
então?
tua oratória terá que melhorar...
O desejo pelas coisas banais que te torna imbecíl!
-Homem!Desliga-te! enquanto há tempo.
"o tempo não para"
você tão jovem, com toda a saúde, já desistio?
-Infame!Alimenta a tua depresão hialina!
-Pare!-chega de escrever- vá dormir...
você tem que trabalhar;
já é tarde, as luzes não se apaguam...
você sim!
"Consiente"
Imutável será a tua decisão;
mesmo com a razão;
-Sofra! Pobre ínfame!
descubra-te e me chame;
Outrora, no verão;
em noites de escuridão;
com facas na mão;
o Andaíme...
espera no abismo;
a tua solução?
-PARE HOMEM!
vá dormir..
Nietzsche escreveu.
poucos leram.
outros morreram...
J.C. domingo, outono 2006
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Mas porquê?

-POR QUÊ? POR QUÊ?
- Não me entrego por completo?
nas palavras...
-será que é a maldição do vechame?
não sou o que penso ser?!
passo uma imagem criada por mim e pelos outros.
Estou morrendo, não em carne e sim em mente;
minhas palavras se repetem.
Onde está a inspiração?
Vomito palavras sem dizer nada,ou o nada que vivo que ofusca as minhas palavras?
Esta inquietude que sinto;
-Não pode ser normal!
E o que será normal?
Quem pode me dizer?
Sinto que algo me falta;
vejo um futuro não tão promissor... -E porque?
Dependo dos meus primitivos instintos para sobreviver.
Vejo, ao meu redor, uma grande massa poluídora,
do meu 'ambiente', sinto frio...
palavras vem...
Atos precedem minhas incertezas;
a noite passa...
o sono é inevitável,
Aliás;
O sono desliga nossas certezas;
nossas regras;
nossas verdades;
me pergunto?
não será melhor Dormir?
continua, outubro 2006, J.C.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Parabens pelo seu aniversario Tambem...
Alceu, queria lhe desejar os parabens, pelo seu aniversario tambem...
Mas alem do seu aniversario, queria dar os parabens pela blog, ou pela producao que ta sendo feita nele. Ontem enquanto postava os desenhos, Aproveitei pra dar uma olhada nas outras postagens, coisa que ha tempo nao andava fazendo. Cara e reparei que esse blog tah ficando muito bom velho... Na boa, eu toh gostando das coisas que vcs, seus merda, tao escrevendo... ahhahahah Na real!!! (Ateh das poesia do jordane)
Entao eu queria passar essa felicidade pra vcs, e nao achei lugar melhor pra fazer do que no nosso blog...
Alceu parabens brother... pelo seu aniversario tambem!!
Mas alem do seu aniversario, queria dar os parabens pela blog, ou pela producao que ta sendo feita nele. Ontem enquanto postava os desenhos, Aproveitei pra dar uma olhada nas outras postagens, coisa que ha tempo nao andava fazendo. Cara e reparei que esse blog tah ficando muito bom velho... Na boa, eu toh gostando das coisas que vcs, seus merda, tao escrevendo... ahhahahah Na real!!! (Ateh das poesia do jordane)
Entao eu queria passar essa felicidade pra vcs, e nao achei lugar melhor pra fazer do que no nosso blog...
Alceu parabens brother... pelo seu aniversario tambem!!
domingo, 23 de setembro de 2007
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
terça-feira, 18 de setembro de 2007
poema do homem que não sabia morrer.

Tudo que quero, tudo eu consigo. Será????
Mais simples que o girassol que gira em torno do sol,
mais profundo que o poço sem fundo, mais fácil que empina pipa sem vento
é mais difícil que cantar no banheiro.
Pensamentos voam na velocidade das idéias,
pessoas se matam na velocidade da tecnologia,
cartas por e-mail,
musicas eletrônica,
cinema em 3D.
Bom, bem que as guerras também podiam ser virtuais.
Ai minha nossa senhora das graças, qual é a graça
de um sorriso banguela.
qual é o sentido da vida se a minha esta virada ao avesso.
Será, que foi tudo isso em vão...
Não sei, sou um sonhador.
Só falta saber se isso é bom ou ruim....
Será que a vida é isso mesmo que enxergamos????
NÃO, não pode ser, se for, eu prefiro morrer.
“Quanto vale uma vida?
Vale uma morte?
Não!
Vale o preço da felicidade.”
Alceu Kunz
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Cuidado?
/>_Você acha que eu devo tirar o meu bigode?
_Não.
_Não atrapalha?
_Não.
_Você não pode se apaixonar.
_Não.
_Porque eu sou mau.
_Não é.
_Não?
_Não.
_Como é alguém malvado?
_Alguém que faz coisas más.
_Então eu não sou malvado?
_Você faria mal a alguém?
_Não.
_Então não é.
_A menos que esta pessoa merecesse.
_Este é o ponto. O julgamento é seu. Aí você vê se é malvado ou não.
_Então eu sou ou não sou?
_Você me faria mal?
_Não.
_Então me beija.
_Você vai dançar!
_Vou.
_E eu também...
_Não.
_Não atrapalha?
_Não.
_Você não pode se apaixonar.
_Não.
_Porque eu sou mau.
_Não é.
_Não?
_Não.
_Como é alguém malvado?
_Alguém que faz coisas más.
_Então eu não sou malvado?
_Você faria mal a alguém?
_Não.
_Então não é.
_A menos que esta pessoa merecesse.
_Este é o ponto. O julgamento é seu. Aí você vê se é malvado ou não.
_Então eu sou ou não sou?
_Você me faria mal?
_Não.
_Então me beija.
_Você vai dançar!
_Vou.
_E eu também...
terça-feira, 11 de setembro de 2007
pós-poema!

sem idéias, sem idéias...
'pós modernas...
sou antigo;
sou cativo;
sou neurótico pós moderno;
nossas lembranças vão com o vento;
vão por favor, vão.
fim de inverno, sim inferno pós moderno.
e as novas lembranças..
a sim, se são lembranças não são novas são velhas;
então queremos novas velhas lembranças!
neurótico pós moderno não tem novas lembranças novas.
impaciente ao novo pós, pós,pós.. po!
neurótico de ti se leu até aqui!
poema ruim é assim!
fala contigo!
poema bom é nostalgico!
quero poemas ruins para o novo pós poema ruim!
agora! e depois! poemas para nós dois!
ria, infeliz; seja o novo pós feliz!
esse sou eu! e voçe, as vezes;
ou não. - me diz!
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Não sei....

No sei o que faço aqui nesse lugar,
não sei o que pensa e obviamente não sei o que dizer.
Ás vezes penso que estou abandonado, mas a solidão
é a minha companheira.
Quando você me abraça, parece que estou dentro de uma
camisa de forças, sem forças para sair e sem vontade de
te largar.
Penso que existe dois tipos de amores impossíveis:
Aqueles que você sabe que a outra pessoa não quer.
E aqueles que você percebe que a outra pessoa tem medo de você.
Destes dois, prefiro o primeiro, dói menos.
Mas o que adianta amar uma pessoa assim....
Se faz sofrer mais, faz doer mais, faz chorar mais...
Então eu desisto?!!! Mas uma vez, eu não sei.
Mas eu quero continuar a minha busca, a busca pela
felicidade.
Bom, dizem que os melhores poetas são aqueles que
nunca foram amados de verdade, sinceramente, espero
que esse texto não fique bom.
Se eu postei é por que resisti de não joga-lo no lixo.
Era ela, elástica, com uma pele suave da cor da neve e olhos de amêndoas negras, e tinha o cabelo liso e negro e longo até as costas, e uma aura de antiguidade que tanto podia ser da Indonésia como dos Andes.
isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.
A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não sei, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.
De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não sei, é verdade.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.
Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.
Nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria
Alceu Kunz..... até quando....
Assinar:
Postagens (Atom)








