segunda-feira, 29 de outubro de 2007




-Por que você me olha assim?
-Não sei. Porque você pergunta?
-Sei lá, você para do nada e me olha de um jeito.
-Como assim? Que jeito?
-Parece que você quer dizer alguma coisa e não fala. O que é?
-Não sei... Pode ser isso mesmo.
-Heheh, parece que você não sabe de nada...
-É.... Eu sei disso.

Tédio,
não vejo remédio
tédio..

luxúria,
tua ternúria
na rua
tédio..

-não há remédio!

novembro,
dezembro,
tédio,
pós-moderno.
tédioooooooo
oooSENTEooooooTÉDIOoooooo.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

ALMA BEAT


Porque nasci?
Para dizer confesso que vivi?
Que vida é essa?
Que tenho vivido!
Se vou perdendo quem amo,
Um a um,
Os amigos queridos.
Vou ganhando a velhice,
O desdém,
Da sociedade hipócrita,
Que só vê a sandice,
Até perder minha vida,
Sem um mais.
Mas se o nada é nada!
E nascemos para perder!
Eu quero mais,
Para amar este único,
Existencialismo telúrico.
Quero fugir deste tédio!
Como um Beat rebelde!
Vagabundo sem remédio.
Quero a estrada!
Como um Kerouac iluminado,
Transgredir o mehor,
No niilismo asfaltado,
Quero a vida...
Enquanto vida...

Para os Kerouacs, Ginsbergs, Burroughs,
os caras do Bohemiosdebar e outros que insistem em não morrer,
que insistem em ser vagabundos. Jaime Baghá, sempre na contramão.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007


Preferi me manter acordado
logo, os sonhos me levam dessa realidade;
entretanto,
não domino por completo meus atos...
a realidade vai além ods meus sonhos. além da morte que ando procurando.
morrer é inevitável, não sou tão bom, sei que é hora;

Porém, não me entrego!
você me cerca;
você me deseja;
então?
tua oratória terá que melhorar...


O desejo pelas coisas banais que te torna imbecíl!
-Homem!Desliga-te! enquanto há tempo.
"o tempo não para"
você tão jovem, com toda a saúde, já desistio?
-Infame!Alimenta a tua depresão hialina!
-Pare!-chega de escrever- vá dormir...
você tem que trabalhar;
já é tarde, as luzes não se apaguam...
você sim!

"Consiente"

Imutável será a tua decisão;
mesmo com a razão;
-Sofra! Pobre ínfame!
descubra-te e me chame;
Outrora, no verão;
em noites de escuridão;
com facas na mão;
o Andaíme...
espera no abismo;
a tua solução?
-PARE HOMEM!
vá dormir..
Nietzsche escreveu.
poucos leram.
outros morreram...
J.C. domingo, outono 2006

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Mas porquê?


-POR QUÊ? POR QUÊ?
- Não me entrego por completo?
nas palavras...
-será que é a maldição do vechame?
não sou o que penso ser?!
passo uma imagem criada por mim e pelos outros.
Estou morrendo, não em carne e sim em mente;
minhas palavras se repetem.
Onde está a inspiração?
Vomito palavras sem dizer nada,ou o nada que vivo que ofusca as minhas palavras?

Esta inquietude que sinto;
-Não pode ser normal!
E o que será normal?
Quem pode me dizer?
Sinto que algo me falta;
vejo um futuro não tão promissor... -E porque?

Dependo dos meus primitivos instintos para sobreviver.
Vejo, ao meu redor, uma grande massa poluídora,
do meu 'ambiente', sinto frio...
palavras vem...
Atos precedem minhas incertezas;
a noite passa...
o sono é inevitável,
Aliás;
O sono desliga nossas certezas;
nossas regras;
nossas verdades;
me pergunto?
não será melhor Dormir?

continua, outubro 2006, J.C.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Parabens pelo seu aniversario Tambem...

Alceu, queria lhe desejar os parabens, pelo seu aniversario tambem...
Mas alem do seu aniversario, queria dar os parabens pela blog, ou pela producao que ta sendo feita nele. Ontem enquanto postava os desenhos, Aproveitei pra dar uma olhada nas outras postagens, coisa que ha tempo nao andava fazendo. Cara e reparei que esse blog tah ficando muito bom velho... Na boa, eu toh gostando das coisas que vcs, seus merda, tao escrevendo... ahhahahah Na real!!! (Ateh das poesia do jordane)
Entao eu queria passar essa felicidade pra vcs, e nao achei lugar melhor pra fazer do que no nosso blog...

Alceu parabens brother... pelo seu aniversario tambem!!

terça-feira, 18 de setembro de 2007

poema do homem que não sabia morrer.


Tudo que quero, tudo eu consigo. Será????

Mais simples que o girassol que gira em torno do sol,

mais profundo que o poço sem fundo, mais fácil que empina pipa sem vento

é mais difícil que cantar no banheiro.



Pensamentos voam na velocidade das idéias,

pessoas se matam na velocidade da tecnologia,

cartas por e-mail,

musicas eletrônica,

cinema em 3D.

Bom, bem que as guerras também podiam ser virtuais.



Ai minha nossa senhora das graças, qual é a graça
de um sorriso banguela.
qual é o sentido da vida se a minha esta virada ao avesso.
Será, que foi tudo isso em vão...
Não sei, sou um sonhador.
Só falta saber se isso é bom ou ruim....



Será que a vida é isso mesmo que enxergamos????

NÃO, não pode ser, se for, eu prefiro morrer.





“Quanto vale uma vida?

Vale uma morte?

Não!

Vale o preço da felicidade.”



Alceu Kunz

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Cuidado?

/>_Você acha que eu devo tirar o meu bigode?
_Não.
_Não atrapalha?
_Não.
_Você não pode se apaixonar.
_Não.
_Porque eu sou mau.
_Não é.
_Não?
_Não.
_Como é alguém malvado?
_Alguém que faz coisas más.
_Então eu não sou malvado?
_Você faria mal a alguém?
_Não.
_Então não é.
_A menos que esta pessoa merecesse.
_Este é o ponto. O julgamento é seu. Aí você vê se é malvado ou não.
_Então eu sou ou não sou?
_Você me faria mal?
_Não.
_Então me beija.
_Você vai dançar!
_Vou.
_E eu também...

terça-feira, 11 de setembro de 2007

pós-poema!


sem idéias, sem idéias...
'pós modernas...
sou antigo;
sou cativo;
sou neurótico pós moderno;
nossas lembranças vão com o vento;
vão por favor, vão.

fim de inverno, sim inferno pós moderno.
e as novas lembranças..
a sim, se são lembranças não são novas são velhas;
então queremos novas velhas lembranças!
neurótico pós moderno não tem novas lembranças novas.

impaciente ao novo pós, pós,pós.. po!

neurótico de ti se leu até aqui!
poema ruim é assim!
fala contigo!
poema bom é nostalgico!
quero poemas ruins para o novo pós poema ruim!

agora! e depois! poemas para nós dois!

ria, infeliz; seja o novo pós feliz!
esse sou eu! e voçe, as vezes;
ou não. - me diz!

segunda-feira, 10 de setembro de 2007






Bom, para começar bem a semana ai vai umas tirinhas do
Laerte. Boa semana pessoal.



Kunz

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Não sei....


No sei o que faço aqui nesse lugar,
não sei o que pensa e obviamente não sei o que dizer.
Ás vezes penso que estou abandonado, mas a solidão
é a minha companheira.
Quando você me abraça, parece que estou dentro de uma
camisa de forças, sem forças para sair e sem vontade de
te largar.
Penso que existe dois tipos de amores impossíveis:
Aqueles que você sabe que a outra pessoa não quer.
E aqueles que você percebe que a outra pessoa tem medo de você.
Destes dois, prefiro o primeiro, dói menos.
Mas o que adianta amar uma pessoa assim....
Se faz sofrer mais, faz doer mais, faz chorar mais...
Então eu desisto?!!! Mas uma vez, eu não sei.
Mas eu quero continuar a minha busca, a busca pela
felicidade.
Bom, dizem que os melhores poetas são aqueles que
nunca foram amados de verdade, sinceramente, espero
que esse texto não fique bom.
Se eu postei é por que resisti de não joga-lo no lixo.


Era ela, elástica, com uma pele suave da cor da neve e olhos de amêndoas negras, e tinha o cabelo liso e negro e longo até as costas, e uma aura de antiguidade que tanto podia ser da Indonésia como dos Andes.

isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.

A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não sei, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.

De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não sei, é verdade.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.

Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.

Nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria

Alceu Kunz..... até quando....

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

cidAeDe


Pobres homens que apreciam os brilhos da cidade.
Por que elas dizem tudo da boca pra fora.
Apreciam sua autodestruição e dizem:que lindo.
Essas pessoas são as mesmas que dizem que uma flor bonita
é uma flor de plástico.

Ver estrelas, não é apenas observar. É sentir a energia que eles passam,
é sentir como nós somos mesquinhos perante as situações ridículas.
Todos nós queremos amar, mas não temos coragem. Temos medo de
que possa dar errado.

Pobre da pessoa que recusa o amor, porque dela nunca vai sair vida.

A cidade nos engole, e muitos gostam disso.

É apavorante.

O sol nasce e ilumina
as pedras evoluídas
que cresceram com a força
de pedreiros suicidas.
Cavaleiros circulam
vigiando as pessoas,
Não importa se são ruins.
nem importa se são boas.
E a cidade se apresenta
centro das ambições
para mendigos ou ricos
e outras armações.
Coletivos, automóveis,
motos e mêtros,
Trabalhadores, patrões,
policiais, camêlos.
A cidade se encontra
prostituída
por aqueles que a usaram
em busca de saída.
Ilusora de pessoas
de outros lugares,
a cidade e sua fama
Vai além dos mares
No meio da esperteza
internacional
a cidade até que não está tão mal
E a situação sempre mais ou menos
Sempre uns com mais e outros com menos.
Eu vou fazer uma embolada,
um samba, um maracatu
tudo bem envenenado
bom pra mim e bom pra tu
Pra gente sair da lama e enfrentar os urubus
Num dia de sol,
Recife acordou com a mesma fedentina
do dia anterior.
A CIDADE NÃO PARA....


Alceu Kunz

domingo, 12 de agosto de 2007

Mídia x Violência


Falar de violência é complicado, principalmente se falarmos dos seus geradores. Podemos dizer que a violência esta em todos os lugares, e que ela se tornou no mundo a maneira mais fácil de solucionar problemas.
Mais porque a violência ganha tanto espaço nos meios de comunicações? Simplesmente é que estamos rodeados por ela em qualquer cidade, estado ou pais têm cenas de violência difundida por todos os lugares, esperando um espaço para virar notícia de capa..
Em 1969, dois meses antes da bala que explodiu em seu rosto, o pastor Martin Luther King denunciara que seu pais era “o maior exportador de violência do mundo”. Por cada dólar que as nações unidas gastam em suas missões de paz, o mundo emprega dois mil dólares em gasto de guerra. Os dados do instituto internacional de estudos estratégicos indicam que os maiores vendedores de arma são os EUA, Reino Unido, França, Rússia e China. Casualmente são estes os cinco paises que tem poder de veto no conselho de segurança das nações unidas. Nunca vi um meio de comunicação abordar esse tema, em dizer quais são os geradores da violência.
A mídia, uma das maiores divulgadoras da violência, essa nunca esta preocupada em mostrar os motivos pelo qual gera essa ferocidade. Os reportes deveriam ser mais humanos, tentando entender e achar as resposta do porque desse sofrimento. Para tanto teriam que começar a responder as perguntas mais elementares: Quem esta traficando com essa dor humana?Quem ganha com essas tragédias? Quem são os verdadeiros culpado por toda essa dor humana?.

Alceu Kunz

sexta-feira, 27 de julho de 2007

apenas mais um passo...


Embora, realmente, o tempo passe arrastado, só para ficar perto de quem se ama. O tempo passa, ou será que sou eu que passo por "ele". Embora me sinta só, com tantas oportunidades, seria deselegante da minha parte não citar meus amigos. Amores sempre são citados em frases, propagandas, jornais, tv, net, perfumes etc. Embora já sentindo vontade de voltar, que me vou... Um caminho a seguir, deve ser seguido, um objetivo deve ser alcançado. Embora não tão forte, não tão assustado, não tão empolgado, não tão feliz e nem tão triste. Apenas uma vontade imutável de crescer. No sentido mais humano da palavra.

-Ínfame!
Podre desvairido!
Retorna a lama que te espera!
Agarra o beijo antes roubado das entranhas do bulbo raquiano;
Nutre o absconso pensamento.
Embora hialino para você, às apalpadelas para grande parte do rebanho.

-Impenitente!
Jaz a alma de um poeta livre de orações!
Aqui! Jaz você e eu!
A carne em putrefação rega a terra ladra!
Edeozoário de uma nação!
Por que sim! és um animal também!
Aceite ou não! Não resta outra ação!

-A tua inadequabilidade que faz viver, escrever!
Embora pareça confuso;
Embora não esqueça de quem és;
Vou embora...

Jordane Câmara.

terça-feira, 24 de julho de 2007

A vida é pra valer...

Poeta, meu poeta camarada.
Poeta da pesada,
Do amor e do perdão.
Perdoa essa canção improvisada
Em tua inspiração.
De todo o coração,
Da moça e do violão,
Do fundo.

Poeta, meu poeta vagabundo.
Quem dera todo mundo
Fosse assim feito você.
Que a vida não gosta de esperar,
A vida é pra valer,
A vida é pra levar,
Jordane, jovem, saravá.

Saímos atrás de respostas,mas, voltemos com mais perguntas.

coragem irmão.


Alceu Kunz

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