domingo, 15 de março de 2009

É tempo...


O tempo passa...
O tempo passa...
O tempo passa...
O tempo passa...
e o dia se pasou...




Francisco, se passou...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

...


Por que o amor dói??
Se dizem que com o amor todo o mundo melhora...
Então a dor que vem do amor pode ser ruim¿?

Não.

Tem gente que diz que a dor do amor não dói nada.
Uma dor que não dói nada¿?? como assim¿???

O amor faz sofrer, mas por que faz sofre se é amor...

Então seria melhor não amar ninguém.

Não. Não consigo viver ser me apaixonar.
Prefiro perder um grande amor, do que nunca ter amado.


Alucinação.
Sem noção,
Sem medo,
Apenas a razão
Que não deixa guiar o coração.
Que me traga um grande amor.
Daqueles amores que fazem sofrer.
E que ele acabe da maneira mais esquisita possível.
Para que eu possa ter mais inspirações de versos e refrões.


FRANCISCO... Para sempre ou por algum tempo...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Por ai vai...


Morena o que trazes para mim.
Será que é bom ou ruim.
Será amor ou paixão.
Morena os seus olhos dizem sim, mas o seu coração diz não.
Sem problemas a vida segue e é por ali que eu vou.


Estou ficando cego. Tudo o que eu vejo são as mesmas cores, as mesmas pessoas, as mesmas coisas. Isso é a realidade, monótona sem mais nada para nos dizer.
É preciso aprender a olhar. É preciso criar.



Francisco

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

CARNAVAL... carnaval...


Quanta paz é necessária para se aprender a viver com ela.¿
Quantos sorrisos apagam uma lagrima¿
Quantas flores colorem a sua vida¿
O que mais você quer¿
E os seus sonhos...
E os nossos sonhos...
Quantas flores¿


Quando o mundo for acabar eu queria que fosse um grande carnaval. Para o mundo todo, todo junto festejar

Perdida...


Ela acordou, foi para sala é viu varias correspondências por baixo da porta. Ela descobre que dormiu por um ano. A casa estava um pouco diferente, as flores tinham mudado de cor. A sua cortinha não existia mais. As frutas, que comprava e deixava sobre a mesa como de costume ficaram podres.
Ela tenta descobrir que é, de quem ela estava fugindo.
Com o tempo descobre que seus amigos desapareceram, que toda sua vida foi apagada. Que sua pequena filha nunca existiu.
Que é ela¿
Quem sou eu.
Quem escreve essas linhas.
quem fala a verdade.
Quem interresa o que eu escrevo. A quem, por quem.
Sé não é por nos mesmo. Duvido que exista alguém igual a mim. Sem nada. Se saber nada. Sem lebrar de nada. Sem ......

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009





O embalsamado cadáver;
Assim como a arvore pútrida.
É o amor do poeta.

Um violão sem cordas;
E uma casa sem telhado;
São formas sem propósito.

A dor do melancólico;
A garrafa vazia;
Nada têm a nos acrescentar.

A saudade em outra língua;
Não se traduz se confunde ou adapta.
Assim como o veneno da serpente.

É preciso formas completas.
É preciso música e orquestra.
Saudades nas pessoas.

Desavenças são trazidas até os confins da humanidade.
Basta um homem solitário e uma mulher distante.

As faces do tédio criam formas sedutoras.
Não fossem as palavras solitárias;
Não haveria amanhã para o amor.


Jordane Câmara

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009




O incompreendido



O incompreendido ser é sem dúvida elementar na existência. É normalmente o organismo banido de pudores, livre de ciúmes, cercado de incertezas e marchando contra o vento. Sempre açoita o outro com perguntas que podem parecer inconvenientes, talvez para mostrar-se interessado pelo afeto alheio. Já que aquele não tem a capacidade de enxergar a felicidade com bons olhos. Talvez por ser promíscuo demais, talvez por ser prudente, talvez e por simplesmente não achar interessante o outro em sua medíocre existência. O organismo compreendido em si não revela ao outro sua face, suas ambições, seus pudores. Está tão certo de seus valores que acaba num círculo fechado. Sem a compreensão do incompreendido. Este por sua vez azeda em melancolia, em solidão, pois acaba lentamente no paradoxo que o mantém vivo. Sua sina é trazer o desconforto ao assento, é o prego arrebitado da ponte pensil, é o câncer pulsante dos enfermos, é a pergunta inconveniente, é o garotinho que acha que a professora esta errada, é o ancião que instiga o jovem ao conhecimento é o amor do poeta é o gozo do criador ao invés da masturbação do expectador,
Só assim o verme incompreendido revela seus anseios para o mundo, na discordia nasce o conhecimento. O compreendido é tão fascista que quando se depare com o incompreendido acaba achando-o interessante e ao mesmo tempo distante daquilo que julga como realidade, como modo de viver. Automaticamente assume uma posição que, sobretudo, acaba sendo uma motivação de vida. Por outro lado o verme incompreendido suga o veneno deixado pelo irredutível. Então o veneno algoz da solidão penetra mais uma vez no verme pútrido, órfão de pai e mãe. Selado aos apelos banais de sua vida indesejada. Constituindo assim um desejo pelo novo quase que insano. A ponto de ser chato. A ponto de não perdoar sujeitos completos, compreendidos, por sempre desejar a chave da próxima porta ao invés da escritura da terra.


J.C Janeiro de 2008, melancolia é mato.


Link abaixo leva a um filme bem interessante, de mesmo nome a essa minuta que acabaram de ler, trata-se de um filme autobiográfico de François Truffaut.Um cara incompreendido .
http://cinemacultura.blogspot.com/search/label/*%20Fran%C3%A7ois%20Truffaut

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009



Tão linda como as manhãs;
tão suava como as maças;
com perfumes e canções;
com você, as estações;
passam..
e as emoções?

Ver-se-ia tamanha beleza;
do contrário não sentir
a menos que tenha clareza;
verás minha pureza, sem mentir.

Minha adorável Nefertiti;
tão bela e imponente;
na verdade, para ti, verti;
não que seja prepotente;

saberás, mesmo solenemente;
tua falta, é incandescente;
deixo aqui minha vidente;
um sorriso, descontente;

desde pobre latino impaciente;
porém, feliz em conhecer - ti;
beijos e abraços de um confidente;
de amor quase que inconsciente


J.C.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Um violão e uma cachaça para esquentar as melodias.
A noite sorri, enquanto o som e o barulho da madeira estralando no fogo rasgam o silêncio.
Tudo se mistura num harmonioso ritmo e todos ali parecem combinar, naquele momento é muito mais fácil sonhar.


Aos amigos e amigas que já tiveram o prazer de se esquentar ao redor de uma fogueira numa noite fria de inverno.

Jaime José Silva

domingo, 12 de outubro de 2008

Eros e Psique


Noite interminável;
Solidão espontânea;
Não sou tão amável;
Nessa vida contemporânea;

Bares, cabarés, “puteiros” zonas inteiras!
Promiscuidade algoz nos gêneros;
Vidas, cidades, estados nações... Sem limeiras.
Vaidade, desgosto, sem rosto, sem Eros.

Alma Beat, alma morta, sem almoço nu!
Psique autobiográfica. Vida superficial;
Festim dramático, hialino, nu.
Terror prepotente, fútil, visceral e, finalmente, fatal...

J.C.Desterro.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

o Circo




Quantas vezes você se sentiu como uma peça de uma engrenagem? O que é pior é ser uma peça descartável. Conheci uma cidade nas minhas andanças, uma que todas as pessoas se conheciam, se cumprimentavam, eram pessoas conhecidas, amigos, familiares.

Porém...

Quando o espetáculo circense começa, as arquibancadas se tornam duas cores, as pessoas se dividem em dois blocos, e ficam discutindo como o palhaço não tem piadas boas, ou como o mágico faz seus truques. Como o malabarista é equilibrado, mas, não falam entre si. As bandeiras repartem vidas, a imbecilidade toma conta do universo, aflora o melhor que há no público. Risadas. Risadas sádicas, risadas amarelas, risadas vingativas, risadas embriagadas até mesmo risadas insanas, riem de si, do outro. É incrível, famílias inteiras entregue à melancolia de uma vida promíscua.Vendem-se pelo espetáculo, vendem-se pelo “amor” a uma bandeira, vendem-se por dinheiro, vendem-se por trocados, vendem-se por serem promíscuos, vendem-se por serem hipócritas, vendem-se pela ignorância, pela fome, pelo cheiro, pelo ar, vendem-se por não haver opções, vendem-se por serem ridículos, vendem-se, se vendem.. Quer saber? Que se fodam!

Não gostei daquela cidade, egoísmo as vezes faz bem! seja egoísta! mas vá ao circo!Afinal de contas, é uma "obrigação", um direito se divertir...

Espero sinceramente que não gostem disso.

J.C.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008


Decompondo o envelhecido cadáver;
Transgredindo barreiras até então impossíveis;
-Não te espanta ao ver;
Morte, corrupção, possíveis
Vítimas, serão – Virão/verão!
Ãooo
Ãoo
Ao
São
Somos nós...
Não.

J.C.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Falando sobre erros e acertos

"Érro" sempre que tento acertar;
Acerto com erros e minto ao explicar;
Desonesto homem de palavra;
falo do homem com palavras;
erro ao falar.
acerto ao ler!
Homem sem palavra acerta ao errar.
Mentira, desonestidade, acerto de homens erros das palavras.
Falo;
Acerto;
"Érro"

sábado, 13 de setembro de 2008

Ja sentiu?
Aquele forte apelo de todos os teus sentidos,
que quando bate tritura a carne e
faz nascerem os sonhos...
Eis o desejo.


J.J.S

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Ensaios sobre a cegueira ( da minha/sua/nossa "puta" cegueira)


De repente saindo do absconso;
revelando a escuridão;
Saramago nos da a visão!

Poeta Português,de crônicas e contos;
nem te conto um conto!
-Manuel?Não vejo você!
assim como não sei quem "vê"!

Cegos de visão enxergando o pós-moderno;
irritando meus olhos.
Se perdendo no desdem moderado;
Pudor fútil,pútrefo, fél incomutável!

Incospícuoalidade diária.
Propagando razões medíocres.
És tu! Ímbecíl.

J.C, desdenhando o Cego mesmo que este "enxergue".

Homenagem a Saramago

Hoje entra em cartaz um filme de Fernando Meirelles, Ensaio sobre Cegueira.

Quer saber mais?

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u64300.shtml
Horários:
http://www.google.com.br/movies?sc=1&hl=pt-BR&mid=62ebb09da0f1e89e&near=florian%C3%B3polis&rl=1

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Revelando o sociopata enrustido.

"Estou voltando..."
tão amável quanto Hitler para os Judeus.
Tão sádico quanto prepotente;
tão poeta apaixonado;
tão narciso ao seu olhar;
tão estranho e surpreso.
Atrevido, desdem da sociedade.
- Hipócrita espelho de você!
Sábio de noites hialinas;
Invado seu caminho com palavras.
Deixo para trás velhas mentiras e trago novas verdades.




J.C. Desterro.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

O Morto.

Abatido da luta cotidiana, agora jaz ali esticado em seu absoluto silêncio imutável apenas uma imagem familiar a rondar o mundo dos vivos.
Envolvidos por orações e rituais, na esperança de sossegar as agruras do presente, estranhas sensações afloram nos indivíduos à sua volta.
Aquele que outrora andava pelas calçadas da existência, de repente se torna um outro...
Fica ali...
Ilhado entre os cochichos e os olhares a mensurar sua força.
Incrível como é fácil reconhecer todas as qualidades de um ser quando o pobre coitado não pode se defender.


Jaime José Silva.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Solidão


A noite nos ensina várias coisas, uma delas, é saber como lidar com a solidão.
Quando se está sozinho e tem a noite como cenário, as estrelas são nossas únicas companheiras, com os céus estrelado parece que a solidão não é tão grande. Pois nossa solidão é sentimento e não material, não se compara com a solidão das estrelas.

Francisco, loga alí...

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