terça-feira, 25 de setembro de 2007

Mas porquê?


-POR QUÊ? POR QUÊ?
- Não me entrego por completo?
nas palavras...
-será que é a maldição do vechame?
não sou o que penso ser?!
passo uma imagem criada por mim e pelos outros.
Estou morrendo, não em carne e sim em mente;
minhas palavras se repetem.
Onde está a inspiração?
Vomito palavras sem dizer nada,ou o nada que vivo que ofusca as minhas palavras?

Esta inquietude que sinto;
-Não pode ser normal!
E o que será normal?
Quem pode me dizer?
Sinto que algo me falta;
vejo um futuro não tão promissor... -E porque?

Dependo dos meus primitivos instintos para sobreviver.
Vejo, ao meu redor, uma grande massa poluídora,
do meu 'ambiente', sinto frio...
palavras vem...
Atos precedem minhas incertezas;
a noite passa...
o sono é inevitável,
Aliás;
O sono desliga nossas certezas;
nossas regras;
nossas verdades;
me pergunto?
não será melhor Dormir?

continua, outubro 2006, J.C.

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